sábado, 26 de novembro de 2011

Medo do Amor - Pelo olhar de Martha Medeiros.


Medo de amar?
Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte pro...fundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Pacifica-me" !!!!!!!!!!

"Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?
Dêem graças ao Senhor porque Ele é bom; o seu amor dura para sempre."
Salmo 116:12 e 118:1

Versos Simples.

Ela é minha menina
Eu sou o menino dela
Ela é meu amorzinho
Eu sou o amor todinho dela ♯♪♫

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"O beijo mais gostoso é aquele que foi trocado mil vezes com os olhos antes de chegar a boca.

Faz Parte do Meu Show.

Te pego na escola e encho a tua bola 
Com todo o meu amor 
Te levo pra festa e testo o teu sexo com ar de professor
Faço promessas malucas tão curtas quanto um sonho bom

 Se eu te escondo a verdade, baby 
É pra te proteger da solidão
Faz parte do meu show Faz parte do meu show, meu amor
Confundo as tuas coxas com as de outras moças

 Te mostro toda a dor te faço um filho te dou outra vida
 Pra te mostrar quem sou
Vago na lua deserta das pedras do Arpoador

 Digo "alô" ao inimigo encontro um abrigo 
No peito do meu traidor
Faz parte do meu show Faz parte do meu show, meu amor
Invento desculpas provoco uma briga 

Digo que não estou Vivo num clip sem nexo 
Um pierrô-retrocesso Meio bossa nova e rock 'n' roll
Faz parte do meu show Faz parte do meu show, meu amor
                                                                    _Cazuza_

Codinome Beija-Flor.

Pra que mentir
 Fingir que perdoou
 Tentar ficar amigos sem rancor
 A emoção acabou 
Que coincidência é o amor 
A nossa música nunca mais tocou
Pra que usar de tanta educação 

Pra distilar terceiras intenções
 Desperdiçando o meu mel
 Devagarzinho, flor em flor 
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi teu nome por amor

 Em um codinome, Beija-flor 
Não responda nunca, meu amor (nunca)
 Pra qualquer um na rua, Beija-flor
Que só eu que podia 

Dentro da tua orelha fria 
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada

 Um jeito de não sentir dor 
Prendia o choro e aguava o bom do amor
 Prendia o choro e aguava o bom do amor
_Cazuza_

O Nosso Amor a Gente Inventa.

O teu amor é uma mentira 
Que a minha vaidade quer 
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no meu mundo 
Um troço qualquer morreu 
Num corte lento e profundo 
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa 
Pra se distrair 
E quando acaba, a gente pensa 
Que ele nunca existiu
O nosso amor a gente inventa, inventa 
O nosso amor a gente inventa, inventa
Te ver não é mais tão bacana 
Quanto a semana passada 
Você nem arrumou a cama 
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora do lugar
Café sem açucar, dança sem par 
Você podia ao menos me contar 
Uma estória romântica
O nosso amor a gente inventa 
Pra se distrair 
E quando acaba, a gente pensa 
Que ele nunca existiu _Cazuza_

Todo o Amor Que Houver Nessa Vida.


Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta a mordida
Nós na batida no embalo da rede 
Matando a sede na saliva
Ser teu pão Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convivio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente nem vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum veneno anti monotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio mel e a ferida 
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão Ser tua comida 
Todo o amor que houver nessa vida
E algum remédio que me de alegria
Ser teu pão Ser tua comida
Todo o amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti monotonia e algum.... 
_ Cazuza e Frejat _

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Você pensa que nunca vai esquecer, e esquece. Você pensa que essa dor nunca
vai passar, mas passa. Você pensa que tudo é eterno, mas não é."

(Clarice Lispector)
"Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo. Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você. A história é sua, mãos a obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seu erro reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme-se na melhor edição feita de você.
 (Mylla)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sentimentos...
As melhores coisas estão dentro de nós... Onde os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos de motivos... Todos os sentimentos deveriam ser respeitados... Só o dono da dor sabe o quanto dói. O amor é um sentimento tão delicado, que às vezes, a gente se satisfaz apenas com a ilusão, de que eles existem, e os sentimentos perdidos... Nada mais são que tatuagens em nossa alma... Você, não vê, mas sente e leva pelo resto da vida... Tempo deveria ser algo onde colocássemos todas as lembranças e sentimentos que nos fizeram mal e guardássemos tudo num lugar escondido no passado. (Autor desconhecido)